Bequia, São Vicente e Granadinas

Bequia foi a última das Granadinas que visitei – em sentido norte é a última deste arquipélago. 

Cheguei até lá com um possante ferry norueguês (que deve ter sido doado a SVG) a partir da Ilha da União, numa viagem que durou uma hora e meia.

A ilha de Bequia (pron. biqüêi) tem um charme que não encontrei em nenhum outro lugar do país, com uma “vibe” estilo Búzios/RJ. Hospedei-me num maravilhoso hotel em estilo casarão colonial cercado por coqueiros. Teria adorado ficar muito mais que um dia, que foi o tempo que tive para curtir Bequia.

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Do hotel bastava uma caminhada pela boardwalk até a praia da Princesa Margareth, ótima para descansar. A praia foi batizada em homenagem à irmã da Rainha Elizabeth II, falecida em 2002, que tinha uma casa em São Vicente e Granadinas, mas não em Bequia e sim em Mustique, ilha vincentina que, até hoje, é exclusiva de ricaços (os ferries públicos nem passam por lá)

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O principal centro urbano de Bequia é a vila de Port Elizabeth, mas eu preferi ficar só no hotel – que tinha um restaurante bom –, tomando rum punchs e a cerveja nacional – Hairoun –, que tem o nome com que os índios caraíbas, precursores dos europeus, chamavam São Vicente.

Considero que Bequia é o lugar mais gostoso de São Vicente e Granadinas, contando com a vantagem de ficar a apenas 1 hora em ferry da capital do país, Kingstown.

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