Torre de Londres–fev/1997, abr/2013

A Tower of London foi inscrita como Patrimônio da Humanidade em 1988. Alguns guias de viagem dizem que se o turista tiver a oportunidade de visitar apenas uma coisa em Londres, deverá ir à Torre de Londres. Um exagero, talvez. Mas a Torre de Londres é um dos principais pontos de interesse na capital britânica. 

DSC04533

A “torre” na verdade é um conjunto de edificações cercadas por duas muralhas concêntricas. Assistiu praticamente toda a evolução pós-saxã da Inglaterra pois a ordem para construi-la partiu de ninguém menos que William, the Conqueror (Guilherme, o Conquistador), que tomou a Inglaterra em 1066. Os trabalhos começaram em 1078 e o primeiro elemento construído é ainda hoje o mais interessante e emblemático: a White Tower (a Torre Branca).

DSC04579

A White Tower tem 27 metros de altura e é o keep (trad. torre de menagem ou a parte de qualquer castelo mais fortificada) da Torre, onde hoje há exposições de armaduras e outros objetos ligados à história deste lugar.

Eu ainda tinha bastante lembrança da Torre de Londres que visitei em fev/1997 e, para a minha surpresa, muita coisa mudou de lugar,  inclusive a armadura de Henrique VIII e o machado com o qual os condenados à morte eram executados.

Henry_VIII__s_Armour_by_Windsurfbabe

2563984861_d344c9e9c1_o

A Torre de Londres serviu durante séculos como prisão, onde praticadas também torturas e mesmo execuções. Ali Ana Bolena, uma das oito mulheres de Henrique VIII, foi decapitada em 1536 e, naturalmente, muitas são as lendas sobre fantasmas que dizem assombrar a Torre. Este é o Portão dos Traidores (Traitors’ Gate), por onde os infelizes chegavam à Torre, de barco, pelo Tâmisa.

DSC04539

Dentro da Torre de Londres estão guardadas as Jóias da Coroa, uma coleção magnífica de objetos confeccionados a partir da Restauração da Monarquia (que se seguiu ao breve período republicano entre 1649 e 1660) com Charles (ou Carlos) II. Estas jóias são usadas ocasionalmente pelos membros da Família Real e são, claro, símbolos-chave na cerimônia da coroação do novo monarca. As jóias são expostas de forma excelente e, antes de ver esta extravagância de diamantes, rubis, esmeraldas e brilhantes, o turista recebe muita informação sobre a própria monarquia britânica e sua evolução histórica.

The Imperial State Crown: Cullinan II

No cetro com a cruz está o mais maravilhoso diamante que existe: o Grande Coração da África, a respeito do qual já comentei neste blog, aqui. O cetro com a cruz (sceptre with the cross) é o símbolo da autoridade temporal do monarca. A orbe, por sua vez, é o símbolo da autoridade suprema do rei/rainha sobre a Igreja da Inglaterra.

3347080555_41919371e7

Durante a coroação, o novo monarca segura o cetro com a mão direita e a orbe com a mão esquerda. Na foto, a última vez em que isto aconteceu: Elizabeth, com apenas 26 anos, em 1953:

CJ_QEII_Jewels

As jóias são guardadas pelos famosos Guardas da Rainha, sempre impassíveis mesmo com o assédio inconveniente dos turistas:

DSC04560

Alguns animais são criados no interior da Torre de Londres. Os mais simbólicos são os corvos. Reza a lenda que, enquanto eles habitarem o lugar,  a monarquia não cairá.

DSC04548

Do lado de fora da Torre de Londres há uma excelente vista de outro grande ícone londrino: a Tower Bridge (Ponte da Torre).

DSC04536

DSC04582

Realmente, não dá para ir a Londres e não ir à Torre de Londres.

Palácio de Westminster e a Abadia de Westminster incluindo a Igreja de St. Margaret–fev/1997, abr/2013, set/2013–2.ª parte

A  segunda parte do PH é Abadia de Westminster (Westminster Abbey), que fica a poucos metros acima do Parlamento, tão perto que muitas fotos de um dos edifícios acabam por capturar detalhes do outro (no caso, a fachada da abadia com a Elizabeth Tower ao fundo).

DSC04459

Tem uma fachada imponente em estilo gótico e é, digamos assim, a igreja da realeza britânica, local onde boa parte dos monarcas está enterrada e lugar onde ocorrem as coroações dos novos reis ou rainhas, além de casamentos de príncipes, funerais, etc.

Esta ligação tão forte da Westminster Abbey com a Coroa reflete-se no fato de que ela tem o status jurídico de Royal Peculiar, ou seja, é uma igreja fora da jurisdição do Arcebispo de Canterbury (ou mesmo de qualquer outro bispo anglicano), estando sujeita unicamente à autoridade do monarca.

Embora no local houvesse um templo dedicado ao culto cristão desde o ano de 616, a abadia veio a ser construída mesmo pelo penúltimo rei saxão da Inglaterra, Eduardo, o Confessor e foi consagrada em 1065. Eduardo está enterrado lá, assim como ainda está na Abadia de Westminster o seu trono, de madeira, bastante singelo, que ainda é utilizado nas coroações (Coronation Chair). Eduardo, o Confessor, tem, na verdade, um altar dentro da abadia, já que foi canonizado em 1161, pelo Papa Alexandre III. Fotos abaixo extraídas da wikipedia, já que não se permite fotografar dentro da abadia.

405px-SanktEdvardsstol_westminster

A abadia sofreu profundas reformas no séc. XIII, que lhe deram o atual aspecto. Ao passear pela catedral, pode-se ter a impressão de estar andando por um cemitério, tamanha a quantidade de capelas repletas de túmulos e memoriais, que também ocupam espaços no chão. Além de reis e nobres, estão enterrados na Westminster Abbey figuras proeminentes como Isaac Newton, Charles Darwin, Haendel e Charles Dickens, para citar apenas alguns.

O lugar mais bonito da Abadia é, para mim, a Capela de Henrique VII, também chamada Lady Chapel uma obra-prima do chamado gótico perpendicular e que abriga os túmulos de notáveis monarcas como o próprio Henrique VII, Elizabeth I, Maria I, Mary Queen of Scots, dentre outros.

480105_520907564624806_1966477681_n

Depois de 16 anos eu voltei a visitar a Westminster Abbey. Recordo-me que, da primeira vez, fui em um dia chuvoso e frio no mês de fevereiro, bem cedo, e tive a abadia quase só para mim. Desta vez, a visita ocorreu em meio a uma multidão de outros turistas. O valor da entrada é bem salgado (impressionantes £18.00) e eu ainda paguei um pouco a mais para fazer o passeio guiado, cuja qualidade foi insatisfatória. Consola-me o fato de que, desta vez, eu tinha muito mais conhecimento sobre a história da Inglaterra e muita coisa dentro da abadia fez mais sentido do que da primeira vez.

Não se deve confundir a Abadia de Westminster com a Catedral de Westminster, que é católica e foi construída no final do séc. XIX em estilo neobizantino, após a reorganização da hierarquia católica na Inglaterra que se seguiu ao fim da proibição do catolicismo no país:

westminster-cathedral-campanile-tower-01

A terceira parte do Patrimônio da Humanidade é composta pela Igreja de St. Margaret, situada justamente entre o Parlamento e a Abadia de Westminster. É um pequeno templo situado entre os dois colossos desprezado pela maioria dos visitantes, tanto que estava praticamente vazia no momento em que visitei, ao passo que a Abadia estava tomada de gente. Um oásis de tranquilidade e com entrada gratuita.

DSC04462

A Igreja de St. Margaret é, oficialmente, a Igreja dos membros do Parlamento, situado do outro lado da avenida. Assim, enquanto a Abadia de Westminster é o templo por excelência da Realeza, os parlamentares, cuja relação com a Coroa nem sempre foi amistosa e próxima, trataram de erigir uma igreja para si no séc. XVI.

Em um dos vitrais da igreja está a imagem de Sir Walter Raleigh (à esquerda, ao lado de Elizabeth I) cuja atividade de navegador durante o reinado de Elizabeth I levou ao estabelecimento da colônia da Virgínia, na América. Curiosamente, Raleigh foi condenado por traição e executado próximo à igreja, que, hoje, lhe rende homenagem também com um memorial em seu interior.

imagesCA0QD7KY

Palácio de Westminster e a Abadia de Westminster incluindo a Igreja de St. Margaret–fev/1997, abr/2013, set/2013–1.ª parte

Aqui estão dois símbolos máximos da Inglaterra e do Reino Unido: a sede do Parlamento e a Abadia na qual são realizadas boa parte das mais importantes celebrações religiosas da realeza britânica: o Palácio de Westminster (o Parlamento) e a Abadia de Westminster, situados um bem próximo do outro e, no meio do caminho entre eles, a pequena mas importante Igreja de Santa Margarida (St. Margaret). Os três imóveis foram inscritos como Patrimônio da Humanidade em 1987.

Comecemos pelo Palácio de Westminster: situado estrategicamente às margens do Rio Tâmisa, as Houses of Parliament (como também é conhecido o Palácio) abrigam as duas casas que compõem o Poder Legislativo do Reino Unido: a Câmara dos Lordes e a Câmara dos Comuns.

DSC04492

A House of Lords é a Câmara Alta do Parlamento e é composta por 763 nobres, divididos entre Lordes Espirituais e Lordes Temporais. Os Lordes Espirituais são 26 de elevado status no âmbito da Igreja Anglicana, arcebispos e bispos. Os demais são nobres apontados pela Coroa e/ou que detêm títulos nobiliárquicos, alguns trasmitidos de forma hereditária. Nos últimos anos foram contundentes as reformas e as tentativas de reforma promovidas pelo Partido Trabalhista (Labour Party) para eliminar os cargos hereditários da Câmara dos Lordes, mas com os conservadores no poder, estas reformas estão paradas. A função legislativa da Câmara dos Lordes é diminuída com relação à Câmara dos Comuns, e, historicamente, a Câmara Alta também funcionou como última instância jurisdicional do país, embora isto tenha sido abolido recentemente com a criação da Suprema Corte do Reino Unido, que restringiu a atividade judicial apenas ao Poder Judiciário no país. É na House of Lords que ocorre a Cerimônia de Abertura do Parlamento, anualmente, com discurso do monarca.

A House of Commons é composta pelos 650 deputados eleitos em eleições democráticas e representa a Câmara Baixa do Parlamento, com amplos poderes legislativos. O líder do partido que tem a maioria dos membros na House of Commons é o Primeiro-Ministro Britânico.

DSC04472

O belíssimo edifício onde se situa o Parlamento Britânico (e que abriga as duas casas legislativas) é recente: foi (re)construído no séc. XIX. No local onde está o Palácio de Westminster havia um palácio que pegou fogo em 1834 e os trabalhos de reconstrução do Parlamento (terminados em 1870) criaram o atual prédio em estilo neogótico.

A famosa torre do relógio foi rebatizada em 2012 como Elizabeth Tower, em homenagem ao jubileu de diamante (60 anos) do reinado de Elizabeth II. Nesta torre está o famoso Big Ben, que é o maior dos 5 sinos situados na torre e que ecoam a inconfundível melodia Westminster Chimes a cada 15 minutos. Na casa do meu avô havia um relógio muito antigo que tocava esta mesma música a cada hora. A própria torre acabou sendo conhecida também como Big Ben, embora, a rigor, ele seja apenas um dos sinos. Ela tem  tem 96 metros de altura e um relógio com 4 faces.

A outra torre que se sobressai é a Victoria Tower, em homenagem à Rainha Victoria, que reinou pelo longuíssimo período de 1837 a 1901 e que era a monarca à época da reconstrução do Parlamento.

DSC04508

DSC04474

Todo cidadão britânico tem o direito de pedir uma audiência com o seu representante no Parlamento e este é o motivo de ali serem frequentes filas. Para o turista comum, apenas é possível visitar o Parlamento quando do recesso parlamentar que não coincidiu, porém, com nenhum das duas vezes em que estive em Londres. Por isto, eu não conheço o interior do Palácio de Westminster e não tenho fotos para mostrar.

Tal como outros ícones (Torre Eiffel em Paris; Estátua da Liberdade em Nova York; Coliseu em Roma e Portão de Brandemburgo em Berlim), uma ida para apreciar o Parlamento Britânico, ainda que só por fora, é obrigatória e acho pouco provável que alguém vá se arrepender de ir ver in loco este imenso edifício gótico às margens do Rio Tâmisa.

DSC04495

DSC04527

Oxford, Inglaterra

Oxford é mundialmente famosa em razão de sua universidade, uma das melhores e mais antigas do mundo. Não se sabe exatamente a data de sua fundação (chegam a falar do ano 998) mas apenas a partir do final do séc. XI é que há registro de atividade letiva. Isto a torna a mais antiga universidade em funcionamento do mundo anglófono.

Ainda no trem em direção à cidade, eu fiquei imaginando como seria “a” Universidade de Oxford mas me surpreendi com o fato de que ela se compõe de vários “colleges” espalhados pela cidade. Então, propriamente, não há um “campus” como se podia supor. Alguns estão abertos à visitação, outros não.

Um que certamente atrai os visitantes é o Christ Church College em razão de ali terem ocorrido filmagens de Harry Potter, assunto que me diz pouco respeito. Pelo que notei da excitação de alguns visitantes que estavam lá no mesmo momento que eu, no Hall do College é que as cenas dos filmes devem ser sido produzidas.

 DSC04385

As paredes são adornadas com quadros de antigos alunos e antigos professores, inclusive John Locke, cujo pensamento foi e é fundamental no estudo do Direito Constitucional.

DSC04387

O Hall funciona, como se percebe, também como refeitório e às 17:00 já estavam aprontando o lugar colocando-se pratos e talheres. É um grande privilégio poder jantar neste ambiente.

Até o acesso para o Hall do Christ Church College é suntuoso.

DSC04381

Também neste College funciona uma capela, que curiosamente, também é nada menos que a Catedral Anglicana de Oxford. O templo, antes da Reforma Protestante, era dedicado à Santa Frithuswith ou Friedeswide (não sei se há tradução de seu nome para o português) e ali estavam suas relíquias, que acabaram sendo destruídas por ordem de Henrique VIII. Hoje, e como símbolo da progressiva reaproximação do anglicanismo a Roma, há um memorial a ela em uma das capelas da catedral.

DSC04400

Pátio do Christ Church College:

DSC04395

Oxford é uma cidade muito agradável para se andar, há belos prédios por todos os lados (muitos ligados aos mais de 30 Colleges da cidade), o lugar fervilha com a vida estudantil e há muitos museus. Entrei em alguns, mas o dia bonito me fez optar por sentar ao ar livre e tomar um café.

DSC04420

DSC04430

Um dos símbolos mais conhecidos de Oxford é a biblioteca chamada de Radcliff Camera, que, no dia estava fechada pois ali estavam sendo aplicadas provas. Chama muito a atenção sua forma circular.

DSC04432

Minha visita a Oxford foi breve, em um day trip que fiz a partir de Londres e combinando a ida à cidade universitária com a visita ao Palácio de Blenheim. Não posso dizer que fiquei apaixonado por Oxford e acho que a “essência” da cidade somente pode ser obtida por quem vive lá, e, especialmente, por quem estuda lá.

DSC04443

DSC04436

Palácio de Blenheim–PH n.º 145

No condado de Oxfordshire, bem próximo a Oxford, situa-se o Palácio de Blenheim, residência oficial dos Duques de Marlborough. Este é o único imóvel não pertencente à realeza e nem ao clero que goza do título de “palácio” em todo o Reino Unido.

DSC04332

Blenheim é o nome de uma cidade da Baviera (Alemanha), local onde travada uma decisiva batalha entre ingleses e soldados do Sacro Império Romano Germano de um lado e franceses e bávaros de outro, bem no início do séc. XVIII. O conflito ficou conhecido como a Batalha de Blenheim. Em alemão pronuncia-se “blên-ráim”, mas, em inglês, esta palavra é pronunciada pelos locais como “blênãn”.

A história do Palácio de Blenheim é muito interessante:

DSC04324

Como já mencionado, a Inglaterra envolveu-se em uma guerra em solo bávaro no início dos setecentos e sagrou-se vencedora sobre os franceses, sendo liderada por John Churchill, que, após a vitória consagradora , recebeu o título de 1.º Duque de Marlborough (esta região do condado de Oxfordshire se chama Marlborough) e foi aprovada pelo Parlamento, em gratidão, uma verba para a construção de um palácio em favor do comandante.

O Palácio de Blenheim foi construído com este dinheiro, entre 1705 e 1724 em estilo barroco inglês, obra do arquiteto Sir John Vanbrugh. A vida de Churchill, porém, teve altos e baixos pois algum tempo depois acabou se desentendendo com membros do governo inglês e chegou a ter que se exilar. Tanto é assim que o lema no brasão dos duques de Marlborough é Fiel pero Desdichado (isto é, fiel mas sem sorte).

DSC04365

O palácio, porém, continuou em mãos da família Churchill (e mantido o título nobiliárquico dos duques de Marlborough) até os dias atuais. O atual proprietário é o 11.º Duque de Marlborough (na foto abaixo, com o atual primeiro ministro David Cameron), que mora lá em parte do ano e permite a visitação, embora cobre uma salgada taxa de entrada. Depois de duas experiências ruins com Patrimônios da Humanidade em mãos privadas que tive (Stoclet House, na Bélgica e Santa Catalina, na Argentina), ao menos a visita a Blenheim foi possível. 

DSC04373

Um fato curioso é que Sir Winston Churchill, o grande Primeiro Ministro Britânico durante a II Guerra Mundial, é integrante desta família e nasceu no próprio Palácio de Blenheim em 1874. Há uma parte do palácio integralmente dedicada a ele, com fotos, cartas, objetos pessoais, etc. Lá se diz que os Churchill salvaram a Inglaterra em duas ocasiões: na Batalha de Blenheim e na II Guerra Mundial e isto é a mais pura verdade.

DSC04351

Segundo o próprio Winston Churchill, no Palácio de Blenheim ele tomou duas importantes decisões: nasceu e se casou. E disse que estava feliz com as duas decisões tomadas…

DSC04348

Ao longo das gerações foram sendo acrescentados jardins, parques e alguns acréscimos ao imóvel, de forma que o Palácio de Blenheim poderia perfeitamente ser comparado com palácios reais europeus, embora, repita-se, pertença a uma família com título nobiliárquico, mas não integrante da realeza.

No dia em que visitei fez um sol glorioso e até calor, o que me animou a caminhar bastante pelos jardins que rodeiam o palácio. Dentro, uma sucessão de salas e quartos suntuosos, com destaque para o refeitório e a biblioteca. Há visitas guiadas já incluídas no preço do ingresso. 

DSC04357

DSC04371

DSC04345

Embora para mim tenha valido a pena, em especial pela história do lugar, não considero a ida ao Blenheim Palace uma obrigação para quem visite a Inglaterra. Se, porém, a pessoa estiver em Oxford e esteja com tempo, em 20 minutos é possível alcançá-lo com ônibus local.

DSC04343

O Palácio de Blenheim foi inscrito na Lista do Patrimônio Mundial em 1987.